As unhas pintadas, as caras pintadas, as roupas apertadas com estampa de grife. As vitrines são vivas e propagam tendências, exigem obediência e incentivam clichês. Padronizam as ruas e mitificam escolhas, opinam e impõem regras de comportamento. O comum não figura-se no simples, mas transborda em tentativas do grotesco. Um show à parte sem realejo, o esdrúxulo na passarela dos necessitados de atenção; nada que componha a personalidade, apenas o concerto público dos que buscam acolhimento.